...esse que, no meu modesto entender de futebol, faltou (e faltou feio, gritante) aos nossos craques, nossas “estrelas”, nossas milionárias, bilionárias “celebridades”. Faltou garra, faltou entrosamento, faltou unidade, faltou humildade, enfim... faltou “sazón”, faltou, infelizmente. AMOR... Parabéns aos quatro finalistas, especialmente Portugal, que mostrou, durante todo o decorrer do certame, uma figura, uma tenacidade, uma garra, um amor enooorme (assim também os italianos, franceses e alemães) à camisa, aos seus times, às suas nações. Pra nós: lição cara, amarga, derrota que, com certeza, servirá de impulso para uma total renovação, uma total revisão, uma novíssima visão sobre o “tal” do “eles são os melhores do mundo”. Muito a propósito: é nas quedas que os rios criam energia... E adeus “saltos altos”...
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