EM ÉPOCA...


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...de Copa do Mundo e Dia dos Namorados, o clima é mesmo de paixão. No chamado País do Futebol, os bancos fecham no horário dos jogos, o comércio pára. Ninguém, nem mesmo aquele que não dá bola para o esporte no dia-a-dia, quer saber de compromisso na hora em que a nossa Seleção entra em campo. É a paixão justificando uma mudança radicalíssima na rotina de uma nação inteira. Mas... nem tudo são flores, amores e gols promissores... Existe uma outra e desestimulante “goleada”. A de tributos na Copa. Uma enooorme lástima. Tipo: 37,40% de impostos numa réplica da bandeira nacional, 35,68% num apito, 35,33% num conjunto camiseta/calção, 47,69% numa bola, 45,11% (refrigerante), 37,74% (amendoim), 38,34% (televisor 29 polegadas) e, pasmem, nada mais, nada menos que 56% numa cerveja, e daí por diante, etc. etc. e etc... Se formos enxergar por esse prisma, a alegria de um torcedor dura pouco, pois descobre o peso dos impostos nos produtos até na hora de vibrar com o futebol da única seleção pentacampeã do mundo. Rir ou chorar? Riamos todos. É melhor. Bom dia!

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