... Sísifo foi condenado à tarefa interminável de empurrar uma rocha montanha acima. Imediatamente antes de chegar ao topo, ele a deixava cair e a rocha rolava para baixo. Sísifo a empurrava de novo para cima e, quando estava prestes a atingir o topo, ela caía novamente. É claro, aquilo era inútil. Era apenas uma sentença de morte. Alguns tratam algumas questões e relacionamentos como se fossem a rocha de Sísifo. Insistem numa relação que já se revelou doentia e repetem os recursos esgotados, fechando-se para outras oportunidades. Persistem numa profissão, apesar de sentirem que não têm vocação para ela, só porque o pai esperava que o sucedessem. Empurram, empurram, empurram e nunca percebem que é inútil e que estão desperdiçando um tempo e uma energia que poderiam abrir outros caminhos de felicidade. Mas não são, como Sísifo, condenados à morte. Ninguém, a não ser nós mesmos, nos obriga a empurrar a rocha. Pode-se largá-la. É só querer de verdade. Bom dia!
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