A propósito de recente nota da coluna sobre fiscais de obras e posturas da Prefeitura circularem à pé para que possam observar melhor os problemas, ouvi de um deles que em razão do número reduzido da equipe e o tamanho da cidade isto é quase inviável. Mas ele mesmo concorda que alguma coisa tem que ser feita, como, por exemplo, dividir a equipe em duas, uma para obras e outra para posturas. Algo para ser estudado.
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