Quando a Guarda Civil vai aparecer?


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Por várias vezes esta coluna (e também meu programa de rádio, na Difusora) vem insistindo com o responsável pela Guarda Civil para escalar ao menos uma dupla de seu efetivo durante o dia nas praças centrais (N. S. da Conceição e Barão), além dos calçadões próximos. Explica-se: como a função primordial da Guarda é a vigilância dos próprios municipais com auxílio no trânsito, a presença de uma dupla desses funcionários intimidaria um pouco aqueles que depredam o local ou que praticam atos não recomendáveis como saltar na fonte luminosa, pichar os bancos e colunas e sentar-se no encosto dos bancos. É revoltante ver essas atitudes e não haver alguém da guarda ou da Polícia Militar para impedir, como também orientar os freqüentadores deste espaço público. E, por acréscimo, estariam ali junto às faixas de pedestres, lembrando aos motoristas e motoqueiros que a preferência é dos pedestres, conforme fizeram há alguns meses – quando a maioria estava se conscientizando, os guardas foram retirados. Alegam falta de maior efetivo, mas como é que eles já estiveram lá? E para onde foram transferidos? É o que todos nos perguntam. E transferimos a pergunta ao responsável pela Guarda Civil e para o prefeito.

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