O basquete francano está comemorando nada menos que 50 anos de atividades oficiais, ou seja, meio século de filiação ininterrupta junto à Federação Paulista. E surgiu antes, com a turma do Bola ao Cesto, em décadas até mais antigas, passando à fase do basquetebol no começo dos anos 50. O início de tudo o que aí está foi montado na quadra da Escola “Torquato Caleiro”, local onde (ainda sem cobertura e com piso de cimento) jogaram craques do quilate de Wlamir Marques e Rosa Branca, entre tantos outros. Ali começaram a aprender os primeiros fundamentos garotos que viraram atletas como Hélio Rubens, Katiê, Romualdo Wichnevsky, Oswaldo e Chiquinho Damasceno, pelas mãos do professor Pedroca, os quais passaram a disputar Jogos da Alta Mogiana, Regionais e, em seguida, o Campeonato Paulista, que tinha no time de Piracicaba sua maior força. Passando por muitas dificuldades mas superando tudo com o apoio de esportistas como Juca Vilhena, Cecim Miguel, Osvaldo Colesi e Chico Cachoeira, entre muitos abnegados, Franca assumiu uma incontestável hegemonia no basquete paulista e brasileiro, principalmente em razão dessa tradição que se mantém há 50 anos e o amor do torcedor francano por essa equipe. Sem dúvida, orgulho para Franca, a capital do calçado e do basquete.
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