Buscando talvez evitar possíveis facilidades na concessão de afastamento definitivo do trabalho, peritos médicos do INSS (pelo menos em Franca) têm exagerado na dose. Sabemos que cada caso é um caso, mas conforme relatos de vários dependentes do órgão, a maioria dos médicos vem recusando os pedidos, geralmente acompanhados de atestados de outros profissionais da área. Apenas para exemplificar, ainda esta semana recebemos o relato de uma pessoa afirmando que seu irmão é portador da CID 10 com F-20 (esquizofrenia), faz tratamento médico psiquiátrico, toma medicação diariamente (medicamento de alto custo fornecido pelo governo) e mesmo o psiquiatra que o acompanha tendo atestado sua incapacidade para retornar ao trabalho, médicos do INSS indeferiram a solicitação de afastamento. Outros casos parecidos também tiveram a recusa por parte da perícia do INSS local. Será que essa extrema e inaceitável rigidez acontece apenas em Franca? Falando esta semana em meu programa da Difusora, o advogado Théo Maia aconselhou que vítimas como esta procurem socorro junto à Justiça Federal em Franca, que funciona na Avenida Presidente Vargas. É o melhor caminho.
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