Ampla e necessária discussão sobre o ECA


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A partir deste mês de março, diretores de escolas, juízes de Direito e promotores de Justiça, entre outros profissionais, deverão se reunir em cada uma das cidades do Estado de São Paulo, a fim de debaterem a respeito do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), em suas localidades. Batizado de Ecâmetro pelo governo paulista, o projeto só vai terminar em junho. Na pauta, certamente, o que o Estatuto prevê e que muitas vezes o poder público não tem condições ou disposição política de oferecer, como o básico em boa Educação, Saúde, Esporte e melhores perspectivas de vida para a criançada. Até aí tudo bem, mas essas autoridades deviam também colocar em discussão os efeitos do Estatuto no comportamento de crianças e adolescentes e trabalhar de forma a eliminar um entendimento que permeia muitos grupos, qual seja, o de achar que os menores têm apenas direitos e muito pouco deveres. Aparelhar melhor os conselhos tutelares e exigir adequada atuação também são medidas importantes e que devem surtir efeito prático. Enfim, a torcida é para que esses encontros não fiquem só no blá-blá-blá, mas que mostrem resultados mais positivos.

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