A dura luta dos clubes para se manter


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Com raríssimas exceções, nos últimos anos os clubes recreativos enfrentam enormes dificuldades para se manter. Uma das fortes razões foi a mudança de hábitos. Antigamente, pouca gente possuía uma chácara, um rancho ou casa com piscina. Ultimamente que essa comodidade vem se tornando cada vez mais comum. Antes, as piscinas de clubes como Bagres, Clube de Campo e Castelinho ficavam lotadas. Representava até certo status pertencer ao grupo de associados. Atualmente, apenas os campos de chacrobol e sauna é que recebem mais frequentadores, principalmente durante a semana. O Carnaval era outra época em que os clubes ficavam superlotados, resultando na maior receita do ano dessas entidades, tanto que havia bailes (e todos concorridos) na AEC, Clube de Campo, Bagres, Internacional, Luiz Gama e Bagres Country, entre outros. Hoje, apenas o Castelinho mantém matinês carnavalescas. O número de sócios pagantes caiu demais e as despesas se conservam. É preciso muita criatividade e um controle rigoroso nos gastos, se quiser ver o clube funcionando e lutando para atrair novos associados.

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