Devia ser modificado o cansativo horário político


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Desde a última sexta-feira, o que mais temos escutado é o suspiro de alívio: ufa!, acabou o horário eleitoral. Na verdade, nossos legisladores deviam propor e aprovar algumas mudanças que pudessem tornar um pouco mais atraente e interessante esse período de propaganda de nomes e de partidos. Começando por reduzir a duração dele: um mês, no máximo, seria mais do que suficiente para o eleitor saber quem está disputando uma cadeira na Câmara Municipal e a prefeito de sua cidade. E não precisava de tanta inserção avulsa durante a programação. Até para evitar que, na falta de algo mais consistente, fiquem saturando os ouvidos e a paciência do ouvinte e telespectador, com as musiquinhas (algumas até bem feitas), mas que enjoam com o tempo e a repetição. Os vereadores também podiam aparecer menos vezes, mas respondendo a algum questionamento, para se revelar um pouco mais, mostrando de fato quem é quem. As sabatinas e debates promovidos por iniciativa do Comércio e Difusora acabaram oferecendo melhor esclarecimento. De resto, foi tudo muito cansativo. Precisa mudar.

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