A cidade tem vivido nos últimos dias a agonia da falta de água, causando transtorno e desconforto à população que se vê obrigada a buscar em minas, postos e outros locais, o necessário para beber e cozinhar ou, se der, o banho de canequinha. Que sirva de lição para a Sabesp providenciar o que não foi feito, talvez por falta de melhor planejamento. Mas, essa enorme dificuldade fez aflorar a solidariedade dos francanos, muitos dividindo o pouco que havia, ou levando parentes e amigos para o banho em casa, já que cerca de 20% da população não sentiu a falta, em razão de uma adutora especial, destinada aos hospitais e, por conseguinte, à região mais central. Outra prova de solidariedade esta semana veio com a notícia estampada pelo Comércio daquela família que teve parte da casa e móveis destruídos pelo fogo. Em poucas horas haviam sido doados geladeira, fogão, camas e utensílios domésticos, e até uma casa para ocupar enquanto a deles é reformada. Isso demonstra que, se Deus fecha uma porta, com certeza vai abrir uma janela!
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