O eleitor pode apurar quem tem ‘ficha suja’


| Tempo de leitura: 1 min
É inaceitável que até hoje não se exija “ficha limpa” de candidatos a qualquer cargo eletivo, e tantos se coloquem contra a medida. No Brasil, quem quiser prestar um concurso para a Magistratura, o Ministério Público ou mesmo advocacia pública, apenas para citar alguns cargos, devem passar por uma sindicância de vida pregressa, como uma das fases para conseguir aprovação. Ou ainda: Quando alguém vai contratar uma empregada doméstica, o que mais se exige são boas referências de empregos anteriores. Se o candidato vai ocupar um cargo de chefia numa grande empresa as exigências são ainda mais severas. E quando se trata de candidatos a ocupar cargos que vão mexer com o destino de uma cidade, de um estado ou da nação, o rigor deveria ser o mesmo ou ainda maior. Já que os agentes políticos se recusam a tomar a decisão, nós os eleitores, devíamos investigar o tanto quanto possível a vida daquele candidato que estamos contratando, através do voto, para nos representar. Ou então, estaremos apoiando a bandalheira.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários