Como que por encanto, a aproximação das festas de fim de ano, especialmente o Natal, faz com que tudo pareça mudado, para melhor. Animadas também por um ganho extra, as pessoas saem às ruas mais sorridentes e lotam as lojas na busca de lembranças e enfeites, para agradar os mais próximos e deixar a casa com ar festivo. A maldade e a violência vão dando lugar aos abraços e atos de solidariedade. Alguns fazem mais, outros menos, mas todos sempre têm algo a dar, nem que seja um sorriso e uma palavra de amizade. Lamente-se apenas que a árvore de Natal e a figura do Papai Noel tenham tomado mais espaço do que o Menino Jesus, que renasce a cada ano trazendo consigo todo esse clima de paz e fraternidade. Mas, como diz aquela canção popular, que bom seria se esse espírito natalino perdurasse por todo o ano que vem chegando. E saber que isso apenas dependeria de cada um de nós. Conforme disse Martin Luther King, “se o homem é capaz de voar como os pássaros e nadar como os peixes, por que não aprende a conviver em paz permanente com todas as pessoas?” Não seria assim tão difícil. E como faria bem a todos!
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