Parece que nossas autoridades não se importam com o prejuízo de prédios públicos que foram desativados e em seguida abandonados totalmente, passando a ser depredados ou servindo de abrigo para desocupados e moradores de rua. Dentre prédios públicos e particulares, nos lembramos de onde funcionou o Hospital Infantil, em pleno centro da cidade, pertencente à Fundação Carlos Signorelli. Na época aconteceu uma solene inauguração, até com a presença do então ministro da Saúde, Jair Soares, mas algum tempo depois foi desativado e o prédio permanece abandonado e, agora, depredado. Qual o problema de recuperar aquele prédio e desafogar um pouco o atendimento na saúde ou outra finalidade? Ali em Rifaina, o posto da Polícia Rodoviária que existia pouco antes da ponte também foi desativado e está caindo aos pedaços. Sem falar, por aqui, em prédios particulares, também abandonados em razão da burocracia e lentidão nas decisões judiciais. Assim como esses exemplos, quanta coisa existe por esse Estado e no Brasil, igualmente abandonado e virando sucata. Dinheiro que podia e devia ser mais bem administrado por nossos governantes. O que infelizmente não acontece. E as autoridades permanecem caladinhas.
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