Poderosos grupos querem a Unifran


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Sobre aquela nota da coluna na semana passada (na qual me referi a novidades na área da educação), a direção da Unifran confirmou o recebimento de propostas concretas para a negociação de todo o seu conglomerado educacional, constituído em torno de 25 faculdades e com invejável número de 12 mil alunos. No entanto, apesar do assédio de importantes instituições congêneres, Clóvis Ludovice assegura que é pensamento da diretoria rejeitar as ofertas, até porque há outros valores em jogo pesando nessa decisão. Em verdade, a universidade francana, consolidada do ponto de vista organizacional e econômico, desfruta de conceito geral, pelo nível de ensino atingido e pelos seus bem arquitetados projetos de expansão. Em razão disso passou a ser alvo da cobiça de poderosos grupos empenhados em ousados planos na área do ensino superior, incluindo a abertura do capital acionário. No contraponto das propostas tentadoras, há o aspecto sentimental, ao se considerar o modo como essa Universidade surgiu, cresceu e ganhou dimensões de prestígio, hoje nacionalmente reconhecido. Clovis Ludovice ainda completa, considerando as raízes profundas germinadas em terras francanas, razão do forte vínculo com a cidade e sua gente.

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