Direitos autorais: o certo e o exagerado


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Existe no País o escritório de arrecadação de direitos autorais (ECAD), com representantes em quase todas as cidades, com a finalidade de controlar o número de execuções de músicas de autores brasileiros, dividindo proporcionalmente entre eles o dinheiro arrecadado. Isso depois de retirar o pagamento e despesas do escritório local. Até aí é perfeitamente aceitável, mesmo porque muita gente fatura em cima dessas composições. Além das emissoras de rádio e televisão, que pagam religiosamente por esses direitos, é compreensível também a cobrança em grandes shows e até estabelecimentos que usam esse meio para aumentar seu faturamento. Mas é preciso evitar os exageros, como querer cobrar, por exemplo, de uma loja que vende tecidos ou calçados e que simplesmente sintoniza sua caixinha de som numa emissora de rádio, transmitindo quase que só notícias, a pagar direitos autorais. Da mesma forma, querer cobrar de uma quermesse escolar ou festa de clube de idosos. Como agora temos um deputado federal, faço a cobrança ao Dr.Ubiali para que tente em Brasília alterar e ajustar esse tipo de cobrança. Direitos, sim. Exagero, não!

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