Dia desses, no salão Central de cabeleireiro, próximo da Catedral, um senhor chegou para cortar os cabelos, enquanto os demais freqüentadores observavam um quadro com o time da Francana que subiu para a Especial (bons tempos...) em 1977. Quando chegaram onde estava aquele zagueiro baixinho, lateral direito, o novo cliente falou: “Aquele ali sou eu!” De fato, era o Gasparzinho, que ninguém reconheceu, talvez pelos seus cabelos, agora tingidos de preto. Atualmente, ele mora em Cravinhos e representa uma firma de baús de caminhão.
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