Se os erros podem nos ensinar as maiores lições, os responsáveis pelas diretrizes do ensino, especialmente no Estado de São Paulo, deviam repensar seus métodos depois do catastrófico resultado do recente Exame Nacional do Ensino Médio. Sabemos que isso é conseqüência de uma série de fatores que passam pela falta de maior incentivo aos professores, permitindo que muitos fujam da profissão; pelo número excessivo de alunos em cada classe e até pela educação e boas maneiras que alguns pais deixam de dar em casa, esperando tudo do Estado. Mas, num ponto, acho primordial uma revisão: a tal da progressão continuada, que permite que aluno sem qualquer conhecimento seja promovido junto com os demais. Se fosse uma boa medida, as escolas particulares teriam aderido. Elas, que aparecem nos primeiros lugares da classificação. Ao contrário, praticamente todas as particulares exigem uma avaliação duas vezes por semana, e o aluno que não alcançar a média, no final, é mesmo reprovado.Então, se o ensino público continuar insistindo nisso, vai seguir tomando bomba!
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