Ouvi de pessoa ligada ao marketing do Carrefour que já fazia cerca de cinco anos que o grupo francês analisava dados a respeito de Franca e cidades da região, estudando a viabilidade de se instalar aqui. Nada, portanto, foi feito às carreiras ou no escuro. Só depois de terem em mãos todas as respostas positivas dessa pesquisa é que bateram o martelo. Com o Wall-Mart deve ter acontecido o mesmo. Em tempo: fala-se na chegada a Franca de uma outra empresa do ramo.
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