E falando em Câmara dos Vereadores, o pastor Otávio Pinheiro (PTB) estava com a voz “ofuscada”, como ele mesmo disse, porque gritou muito na Feira da Fraternidade, no último fim de semana. Sem citar o caso do feirante Paulo César Gadini, proibido pela Prefeitura de anunciar os produtos gritando, o pastor provocou: “A fiscalização passou por lá, mas não mandou diminuir o tom de voz. Não fui calado, mas fiquei rouco”, brincou.
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