A empresa suíça Algordanza é quem faz o serviço. A funerária em Curitiba, a Vaticano, acompanha o processo de transformação das cinzas em diamante, que tem até certificação ISO 9001 (que atesta as práticas da empresa). No laboratório da empresa suíça, a cinza é submetida a sessões de alta pressão e temperaturas de até 1,5 mil graus, ao longo de dois a três meses. O valor da fabricação das pedras preciosas varia de R$ 12.677 (0,25 quilate) a R$ 52.330 (1 quilate). A primeira cinza transformada em diamante (do tamanho de uma ervilha) no Brasil deve ficar com a filha do militar.
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