Da cinza ao diamante


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É sempre muito triste perder um parente querido. Como fazer para manter na memória os bons momentos vividos com a pessoa que partiu? Para ajudar os familiares, a novidade funerária do momento é transformar as cinzas que restam da cremação do corpo em diamante. Uma funerária em Curitiba é a primeira do Brasil a oferecer o serviço, que é terceirizado na Suíça. A primeira “joia” fabricada é de um militar. Dos cerca de dois quilo de cinzas extraídos na cremação, meio quilo foi utilizado na produção do diamante. O restante ficou nas mãos da viúva.

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