Em um bate-papo sobre governança corporativa, empresa familiar e sucessão, Saulo Pucci Bueno falou sobre experiência no Grupo Amazonas - que em 2005 contratou executivos de fora da família Pucci. Frustrado pelo insucesso da experiência, hoje ele defende a ideia de que deve assumir a empresa quem tem competência para isso, podendo ser um filho, um neto ou um executivo. “O que não pode é o cara ganhar R$ 30 mil e ficar fazendo lambança na nossa empresa por não conhecer o negócio e a tradição”.
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