Uma das diversões preferidas do juiz do Trabalho Alexandre Alliprandino, que esteve no GCN na última terça-feira, é bater uma bola com os amigos. No fim da década de 1980, ele jogou por dois anos nas equipes de base do São Paulo, mas resolveu seguir os conselhos do pai e trocou os gramados pelos livros. Alexandre não se arrepende da decisão, pois entende que é muito difícil um jogador de futebol estourar. Tanto é verdade que ele não se lembra de nenhum atleta de sua geração que tenha “vingado”. Embora tenha desistido da carreira profissional no tricolor, ele continua são-paulino de coração.
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