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Em vários momentos da conversa com os colaboradores do GCN, o juiz falou sobre sua religiosidade. Ele é, como faz questão de dizer, cristão. Membro de uma instituição chamada Igreja de Cristo - que segundo ele tem 40 membros em Franca -, ele se preocupa em ler e entender os textos bíblicos e os ensinamentos de Jesus Cristo. Hoje, por exemplo, o juiz coordenará uma das reuniões do grupo, que se reúne às quartas e aos domingos, ainda sem sede própria.

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