Após o aquecimento, todos os jogadores voltam para o vestiário. Ouvem as táticas do técnico Hélio Rubens - a portas fechadas. Silêncio. Os atletas se preparam para entrar. Alguns rezam em voz baixa. Hora do jogo. Eles se levantam e se unem para o que parece ser um grito de guerra: “Vivo! Franca!”. O jogo começa. Os atletas que estão no banco mais a comissão técnica comemoram cada ponto. Franca vence. A torcida invade a quadra e os jogadores são tratados como ídolos. No vestiário, eles comemoram - mas Hélio Rubens diz que a vitória poderia ter sido ainda melhor.
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