Ambos têm família na Argentina. Pablo tem uma filha de 7 anos - a qual não vê há três, desde que deixou seu país em busca de oportunidade. Hernan não vai a Buenos Aires há mais de um ano. Os amigos não sabem quando terão condições de voltar ao país dos “hermanos”, mas matam a saudade falando a língua espanhola entre eles. Além dos malabarismos em semáforos, eles animam festas e já trabalharam em projetos culturais do governo do Estado de São Paulo e da Prefeitura de Presidente Prudente. Quanto aos francanos, eles dizem ser bem tratados por aqui, mas não recebem mais com sua arte do que em outras regiões.
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