Câmara hiperbárica


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Um investimento de R$ 1,5 milhão feito pelo cirurgião plástico Marcos Abboud e pelo seu sócio, o empresário Nivaldo Alves (agropecuarista no ramo do eucalipto e do gado e proprietário da Araxá Cachaça de Minas), trouxe para Franca há cerca de dois meses a câmara hiperbárica. Trata-se de um compartimento no qual o paciente é submetido a uma pressão maior que a atmosférica, respirando oxigênio puro (100%). O tratamento é indicado para pacientes que sofreram acidente vascular cerebral (AVC), derrames, necroses causadas por diabetes, entre outras doenças. A câmara permite que a fisiologia do paciente seja alterada para fazer uma cicatrização 20 vezes mais rápida e eficiente do que a normal por conta da maior irrigação do corpo. O preço para tal tecnologia pode chegar a R$ 300 por sessão.

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