Inovações


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O espetáculo mistura diversos idiomas, português, inglês, alemão, espanhol e francês, mas o que se destacou foi o “momoês”. Um “dialeto” criado pelos próprios artistas que lembra grunhidos anasalados e parece sempre começar com a letra “m”. Entre as histórias contadas, a de um peixe que queria voar e a da mosca que incomodava os personagens na cena despertaram a imaginação e arrancaram gargalhadas do público. Qual a moral da história? “A linguagem não tem um significado real, é o sentimento que a dança causa em cada um”, tentou explicar José Villaça, um dos dançarinos.

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