Ponto G


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A coincidência fez a Polícia Civil de Franca mandar um inocente para a cadeia está causando constrangimento para o delegado Márcio Garcia Murari, da DIG. Culpa do “colega” MMM, que foi afastado acusado de exigir propinas para não prender traficantes. Acontece que, afora o nome do meio, as iniciais do sobrenome e do primeiro nome são iguais e, além da coincidência, ambos atuaram em Guará antes de chegarem a Franca. Murari, que mandou uma certa advogada bandida para a cadeia, não agüenta mais dizer: “Não sou eu”. Entre o primeiro e o último M, ele tem um G. Ponto que faz, obviamente, toda a diferença.

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