Capital do calçado e do basquete, a terra das três colinas poderia ganhar mais um título honorífico: capital mundial do sapo. São milhares de anfíbios que passeiam, diariamente, por toda a cidade. Pequenos ou grandes, sapo- boi, do papo amarelo ou cururu, eles atormentam a vida dos francanos. Que o diga a chefe de reportagem do Comércio, Priscilla Sales. São tantos os sapos nas proximidades de seu apartamento que alguns já têm até nome. A ponto de uma perereca serelepe ficar carinhosamente conhecida como “Rogéria”, em homenagem a um dos moradores do lugar.
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