Polêmicas atrás de polêmicas em cima do relógio Rolex roubado do apresentador Luciano Huck. O assalto aconteceu na cidade de São Paulo, no bairro (superelegante) Itaim Bibi. Texto no jornal Folha de S. Paulo para reclamar da insegurança, réplicas e tréplica. Uma coisa de doido. O precinho do Rolex furtado: R$ 40 mil. Uma pechincha perto dos R$ 440 mil cobrados pelo modelo da grife Louis Vuitton, o supra-sumo do luxo. Aqui em “Franca City do Imperador”, os apaixonados por relógios não têm muitas opções para modelos glamorosos. Nas principais joalherias da cidade, nenhum modelo vendido tem um valor exagerado. O modelo mais caro encontrado é da marca Bulova. Folheado a ouro 18 quilates, com design tradicional e analógico: custa R$ 2,8 mil. O segundo modelo mais caro vendido em Franca é da marca Empório Armani, com pulseira de borracha e feito de aço preto. Para enfeitar o pulso com este relógio é necessário desembolsar R$ 2 mil. Pois é, quem quiser andar com um apartamento no braço, dígitos, dígitos e mais dígitos, é melhor procurar joalherias fora de Franca. C’est la vie!
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