Postos


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Sem muita alternativa, a galera correu para o lugar-comum da cidade: posto de gasolina. É o jeito, fazer o quê? Um fato engraçado me ocorreu - para não dizer uma constatação esquisita. Os postos de Franca são povoados por “tribos”. Exemplos: os habitués, figurinhas carimbadas (que povoam as baladas), batem cartão no Galo Branco. Em outro posto próximo, vários motoqueiros ficam acelerando suas motos e lotam o lugar. Tem também o posto “mano”, mais ou menos perto do posto próximo à balada gay. E o último local, analisado “profundamente” por mim, fica perto de uma locadora, posto “cult” freqüentado pelo pessoal do teatro.

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