Feira do escritor 1


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Tem tido bom movimento a Feira do Escritor Francano, com lançamentos de autores da terra e de outras plagas. Na noite de abertura, o prefeito Sidnei Rocha fez um discurso no qual lembrou o período de ditadura militar, quando, vestindo as máscaras do teatro, subiu aos palcos da periferia, para ensinar aos analfabetos sociais o que acontecia no núcleo duro do poder. A tese continua fascinante, pois o autoritarismo é um dos resíduos do período que permanece em muitas instâncias: “Parece plástico, leva décadas para desaparecer do meio ambiente”, disse Sônia Machiavelli, presidente do Conselho de Administração do Comércio, que estava presente na abertura e ficou feliz em encontrar-se na praça com Luiz Cruz, Eny Miranda e Everton de Paula. Eles fazem parte do conjunto de autores que integram a antologia da Academia Francana de Letras, a ser lançada amanhã.

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