Que o narrador da Difusora Vinicius Araujo tem boa memória, já era sabido. Agora, decorar os nomes e as fisionomias de 11 jogadores do Comercial de Ribeirão Preto em 15 minutos foi demais. Acredite quem quiser, mas ele teve de fazer isso, ao constatar que o Bafo veio para jogar o amistoso contra a Francana, na quarta-feira, com camisas sem numeração. E o juiz, então? A cada cartão amarelo era um desespero. Ele coçava a cabeça e olhava fundo nos olhos dos atletas para tentar lembrar se já o teria advertido. Chegaram a sugerir que ele escrevesse, a cada cartão, nos braços dos jogadores algo que ajudasse a lembrar, como “amarelo” ou “na próxima canelada está fora”. Que bagunça!
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