Que tal cursos?


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Acredito que cultura (do carnaval) é construída. É assim com escolas do Rio e São Paulo. Durante o ano os eventos sempre têm relação direta com a escola, tipo festas, ensaios de bateria, momentos nos quais a comunidade pode contribuir pagando para estar presente. Para que isso se dê, há atividades sociais que contribuem, a exemplo de aulas de percussão e bateria para a comunidade. As apresentações são momentos de arrecadar recursos. Por isso, não são tão dependentes do poder público. Agem como agentes de cultura e envolvem jovens em atividades saudáveis. Acho que a Feac poderia contribuir com alguma coisa e as empresas poderiam fazer parcerias para que cursos do tipo se dessem. O problema é ter quem organiza, para explorarem atividades criativas como essa. É isso que não fácil. Leandro Batista de Sousa Franca - SP

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