As pessoas que iniciaram a obra optaram por abandoná-la. Os que usam como moradia, abandonaram-se ao ócio, à imundície e ao vício. Cada um está, agora, vivendo o resultado de suas opções. Nossa sede de vingança exige que ‘culpados’ sejam caçados e punidos como se estivéssemos isentos de responsabilidade sobre o que observamos, julgamos e condenamos. Para colaborarmos verdadeiramente, talvez tenhamos que nos conscientizar da causa. Situações como a do antigo ‘piscinão’ e atual ‘caverna’, da Avenida Major Nicácio se tornaram possíveis porque optamos por abandonar o amor de Deus. O que vemos ou vivemos é o resultado das nossas escolhas.
Alceu Rubens Morandini Júnior
Franca - SP
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Será que foi só a ‘sociedade francana’ começar a frequentar a Avenida Major Nicácio para os problemas apareceram? Será que foi só “carrões” começarem a parar por lá para os problemas aparecerem? Será que foi só inaugurar um famoso restaurante para os problemas começarem? Será que foi só construir um shopping na região para os problemas aflorarem? Será tudo uma grande coincidência? Moro há 15 anos na Rua João Góes Conrado, pouco mais de 500 metros do prédio do “piscinão” e posso atestar: os problemas sempre existiram. Só nosso vice prefeito é que não sabia. A sujeira sempre esteve naquele espaço. Será que a Prefeitura notificou alguma vez o dono, como faz com proprietários de terrenos situados na periferia, à razão de R$ 2 o metro quadrado? Será que é só a periferia que tem que pagar? Será que o proprietário do posto de gasolina vizinho ao prédio inacabado não ajuda os “moradores” por causa do medo de ser assaltado? Na minha opinião, o caso não levará a nada. Ninguém está realmente preocupado com aquele pessoa. Eles mesmos dizem que estão ali há 15 anos e até hoje nada foi feito para ajudá-los. Uma pena!
Lélio B. Pedrosa
Franca - SP
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