O frentista Marco Aurélio Souza, 23, mora na região da Avenida Champagnat, na Vila Industrial, desde que nasceu. Localizada na Rua João Quirino Souza, a casa dele, que é própria, é a terceira antes de chegar na esquina da avenida. Há quatro meses Marco tem sido obrigado a conviver com o barulho e o tumulto na Champagnat e está irritado com a situação. “É uma palhaçada o que acontece aqui. A bagunça vai até três horas da manhã. Você chama a polícia e não resolve. Tem noite que você acorda uma hora da manhã e não consegue mais dormir”.
O morador quer providências. “Junta um tanto de gente na avenida e carro não consegue subir. Os motoqueiros ficam andando naquelas motos, dando aqueles ‘tiros’. Alguém tem de solucionar isso. A polícia parece que corre do crime”.
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