A cobrança do prefeito Sidnei Rocha à Feac (Fundação para o Esporte, Arte e Cultura) com relação à fiscalização nas entidades esportivas que receberão repasse público parece que não será totalmente atendida. O presidente da autarquia, Reginaldo Emídio, reconheceu que não tem a estrutura suficiente para acompanhar os treinamentos das equipes e avaliar a prestação de contas de cada uma delas.
O que fica mais carente na fiscalização da fundação, segundo o presidente, é a vistoria em como será conduzido os treinamentos dos atletas. Esse item foi o mais enfatizado por Sidnei Rocha durante sua coletiva de imprensa. A conferência da prestação de contas das associações que recebem dinheiro público já é feita pela Feac desde o ano passado.
"Teremos que nos redobrar. Não temos, ainda, funcionários com capacidade para fazer esta fiscalização (de vistoriar treinos). Vamos nos esforçar ao máximo", explicou Emídio.
Sidnei Rocha não se sensibilizou com a deficiência alegada pelo funcionário e voltou a afirmar que as cobranças serão duras. "A Feac vai dar um jeito. Isto, vai ter que ser feito. Rindo ou chorando, a Feac vai ter que fazer. Não tem que já começar com esta conversa de que não tem funcionário. Vai ter que funcionar do jeito que está programado. Não tem choro, nem vela. Tem que funcionar", enfatizou o prefeito.
A Feac já encaminhou para o gabinete o projeto orçamentário para o esporte de alto rendimento. O documento depende de aprovação na Câmara. A previsão é de R$ 2,5 milhões (para gastos com as modalidades e o Bolsa Atleta).
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