Nunca é tarde. Assim, comento in memoriam e tentando suprir a falta de consideração e respeito que tiveram todos aqueles que se omitiram em homenagear ou se manifestar em relação à morte do professor Alfredo Palermo, um ícone da cultura francana, tais como a Ordem dos Advogados do Brasil, a Faculdade de Direito de Franca, a Unesp, a Facef, a Unifran, a Apeosp, a Prefeitura Municipal, a Câmara de Vereadores, a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, o IEETC, a Câmara dos Deputados e dos ditos intelectuais ou cultos personagens citadinos e outras entidades consideradas culturais e mais aquelas das quais não me lembro no momento, porque não realizaram nenhuma manifestação e sequer pediram a realização de uma missa pelo sétimo dia da passagem para nova vida do ilustre personagem, registro o meu desapontamento e decepção e o meu pessoal pesar pela grande perda, extensivo à sua família. Parabenizo o Comercio da Franca pelas belas matérias sobre o lamentável fato.
Da mesma forma expresso meu repúdio ao tratamento grosseiro e mal educado, aliás, como se estivesse chutando cones, dado à Associação Atlética Francana pelo alcaide e seus assecl... digo, assessores.
Desrespeitaram anos de tradição e dirigiram-se ao clube como se fosse a divisão de esportes do município que, como se sabe, está podre na base por culpa da má administração de seus dirigentes e não por seus componentes.
Ainda assim, fez o que fez e, com certeza, pagará pelo mal feito. Cheira a preparação de caminho para novamente renunciar e assumir cargos mais altos, desta vez, evitando coisas que voam.
A cidade inteira está bem servida no que diz respeito à sinalização aérea e de solo, mas, aqueles que transitam pela rua Estevam Leão Bourroul – localizada bem no centro, uma das principais opções do bairro para o centro ou alcançar as vias de acesso às rodovias – sentem total falta de sinalização. Isso provoca grandes transtornos e congestionamentos nos horários de pico, além de entupir as portas de acesso e saída das garagens tirando tranquilidade dos usuários e provocando acidentes e um buzinar insuportável.
Enfim, termino. Acaba o espaço que meu editor, o Luiz Neto, me garante. Aproveito para dizer, antes da posse do nosso novo bispo, que gostei de seu jeito e da demonstração de vocação para os menos favorecidos que demonstra.
Poderá contribuir, e muito, para socorrer o lado pobre da cidade que cresce à cada dia juntamente com os índices de violência.
Pode ser que consiga mudar algo na visão política inerente às épocas eleitorais, pleiteando mais acesso à educação, cultura e atenção para os desassistidos. Se conseguir, fará toda a diferença.
Odorico Antônio Silva
Advogado
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