No dia 5 de julho de 2009, Júlia Rosa Balbino, uma senhora de 84 anos, viveu o drama de ter a casa incendiada. Segundo a filha dela Maria Neide Balbino, 55, a mãe teria arremessado uma bituca de cigarro ainda acesa e ela caiu no sofá. A senhora já estava dormindo quando acordou com o quarto em chamas.
Ela morava em dois cômodos nos fundos da casa da filha, no Leporace. O fogo destruiu o sofá, duas camas (dela e do filho de 35 anos que é deficiente), o guarda-roupas e remédios. Faz quase sete meses que aconteceu o incêndio e a família de Júlia ainda não conseguiu reconstruir os cômodos. “É ruim demais enfrentar essa situação. Até agora não tivemos condições de arrumar a casa que queimou. Minha mãe está muito doente”, disse Maria Neide.
Depois do sinistro, Júlia parou de fumar. “Ela fala que jogou o toco de cigarro e caiu no sofá. Tirei o cigarro dela para evitar que o problema aconteça de novo”, disse a filha.Além do descuido com cigarros e velas deixadas acesas, incêndios criminosos também engrossam as estatísticas. Em novembro de 2009 a casa da vendedora Ilda Ribeiro, no Jardim Cambuí, foi completamente destruída. O fogo teria sido provocado por marginais que invadiram a residência, atearam fogo nos móveis e fugiram.
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