DIG procura ladrões que invadiram funerária


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<b>BANDIDOS FLAGRADOS</b> - Imagens de câmeras de segurança mostram homem entrando...
<b>BANDIDOS FLAGRADOS</b> - Imagens de câmeras de segurança mostram homem entrando...
A Polícia Civil tenta através de imagens gravadas por circuitos de segurança esclarecer dois assaltos ocorridos em Franca. Os ataques aconteceram em setembro do ano passado e janeiro deste ano. No último caso, três marginais tentaram roubar o posto de atendimento da empresa São José, no Bairro da Estação. Os bandidos não tiveram sucesso. No dia 10 de janeiro, eles invadiram o posto da empresa e, durante cinco minutos, renderam e ameaçaram os funcionários exigindo dinheiro. Como o local não tem valores expressivos, os três assaltantes fugiram sem levar nada. A outra filmagem mostra a invasão da Funerária São Francisco, ocorrida em setembro de 2009. Na ocasião, três homens entraram pela porta da frente, dominaram cinco funcionários e fugiram levando um cofre cheio de cheques e dinheiro. Eles usaram um veículo da empresa na fuga. R$ 30 mil teriam sido levados do local. A polícia atribui os crimes a mesma quadrilha. Apesar das imagens mostrarem os rostos dos assaltantes, os investigadores encontram dificuldades para identificá-los. Agentes da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) compararam os assaltantes filmados com bandidos fichados na delegacia. No entanto, não chegou ao nome de nenhum. "Eles sempre entraram nos estabelecimentos sem cobrir os rostos. Suspeitamos que parte do grupo de assaltantes possam ser de fora da cidade", disse o delegado Márcio Murari. Os vídeos confirmariam a tese de que é a mesma quadrilha. "Notamos nas gravações que um dos assaltantes usa a mesma roupa nos dois ataques. Contamos com apoio da população para que denuncie se souber de alguma pista. As informações podem ser anônimas e devem ser feitas através do telefone 197", disse Murari. Os assaltantes demonstraram tranquilidade durante suas ações. "Eles chegam com bastante tranquilidade, dominam as vítimas sem qualquer tipo de violência. Isso mostra experiência na prática do crime. Nossa preocupação é tirar esta quadrilha o mais rápido possível de circulação", finalizou o delegado francano.

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