Animais peçonhentos fazem 461 vítimas na região


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<b>ORIENTAÇÃO</b> - Hersz Lichtcajer, diretor da Vigilância Epidemiológica do Estado, disse que o número de vítimas de animais peçonhentos é grande na região: “As pessoas devem evit
<b>ORIENTAÇÃO</b> - Hersz Lichtcajer, diretor da Vigilância Epidemiológica do Estado, disse que o número de vítimas de animais peçonhentos é grande na região: “As pessoas devem evit
No ano passado, 461 pessoas foram atacadas por animais peçonhentos. O número é o dobro dos casos registrados em 2008, quando foram 205 ataques. Os escorpiões lideram o ranking das picadas, com 392 vítimas. Depois, aparecem as aranhas e as serpentes. Há também registro de ataques de abelhas e lagartas. A Secretaria de Estado da Saúde alerta que os cuidados devem ser redobrados no verão, estação que concentra a maior parte dos acidentes. Ao contrário do que se possa imaginar, a maior parte das picadas se deu nas áreas urbanas. Os animais estavam escondidos em entulhos, roupas, frestas de construções ou dentro dos sapatos. “O número de vítimas é alto, mas não chega a ser preocupante. Teríamos de fazer um estudo da série histórica dos últimos cinco, dez anos para melhor avaliar os números. De qualquer forma, não há dúvidas de que houve um aumento de agressões por escorpião, que é o principal responsável pelos ataques na zona urbana. A melhor forma de controle é evitar acumular lixo e entulho”, disse o médico Hersz Lichtcajer, diretor da Vigilância Epidemiológica Estadual, órgão responsável por notificar este tipo de acidente. <b>Ouça o médico Hersz Lichtcajer :</b> <div style="float: left; margin-right: 10px;"><embed src="http://media.entertonement.com/embed/OpenEntPlayer.swf" id="1_0f3ec078_04ee_11df_84e5_0015c5f4d265" name="1_0f3ec078_04ee_11df_84e5_0015c5f4d265" flashvars="auto_play=false&clip_pid=yzwyhjhkby&e=&id=1_0f3ec078_04ee_11df_84e5_0015c5f4d265&skin_pid=wfxswdnlkf" width="300" height="30" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" allowscriptaccess="always" wmode="transparent"></embed><div id="1_0f3ec078_04ee_11df_84e5_0015c5f4d265_anchor" style="font-size: 8px; color: black; text-decoration: none; display: block; text-align: center;"><a target="_blank" href="http://www.entertonement.com/clips/yzwyhjhkby--15351" style="font-size: 8px; color: black;" target="_blank">Animais peçonhentos fazem 461 vítimas na região sound bite</a></div><img alt="Animais peçonhentos fazem 461 vítimas na região sound bite" border="0" height="0" src="http://www.entertonement.com/widgets/img/clip/yzwyhjhkby/1/1_0f3ec078_04ee_11df_84e5_0015c5f4d265/blank.gif" style="visibility: hidden; width: 0px; height: 0px; margin:0; padding:0; float:right" width="0" /></div> <i>*Se não conseguir ouvir o áudio, clique <a target="_blank" href=" http://www.entertonement.com/clips/yzwyhjhkby--15351"><u>aqui</u></i></a>. Apesar do elevado número de casos, os setores de Saúde não registraram mortes ou casos mais graves envolvendo picadas de animais peçonhentos. “Felizmente, não tivemos nenhum registro de óbito por escorpião. Este tipo de picada é um acidente de risco, principalmente, em crianças abaixo de 2 anos”, disse Lichtcajer. Na opinião de Fernando Baldochi, chefe da Vigilância Epidemiológica do município, o escorpião se adaptou muito bem aos equipamentos urbanos. Como não há um meio eficaz de combate e a população vive em crescimento contínuo, o número de pessoas picadas não para de subir. “A rede coletora de água e esgoto criou o habitat perfeito para o escorpião. Neste ambiente úmido, com temperatura propícia e livre dos predadores naturais que teriam no meio rural, eles têm alimento farto, que são as baratas, e se procriam com facilidade”. A técnica da Divisão de Zoonoses da Secretaria Estadual de Saúde, Joceley Casimiro Campos, orienta que, em caso de picada, não é indicado usar torniquete ou fazer corte no local atingido. O correto é dirigir-se rapidamente até o serviço de Saúde mais próximo e procurar atendimento.

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