Depois de funcionar em horário reduzido nos últimos meses do ano passado, as Prefeituras das cidades mineiras de <b>Cássia</b> e <b>Capetinga</b> voltaram ao expediente normal em janeiro. A medida foi adotada com objetivo de diminuir os gastos com uso de material e contas de água, luz, telefone e combustível. Deu certo. Durante os quatro meses de horário especial, a administração cassiense conseguiu uma economia de R$ 800 mil. Em Capetinga, a redução da jornada de trabalho resultou em um ganho de R$ 300 mil.
O secretário de administração de Cássia, José Mesquita Neto, disse que o expediente voltou ao normal, das 7 às 17 horas, no último dia 11 de janeiro em razão dos preparativos para o carnaval e a festa de aniversário da cidade no mês de maio. “Conseguimos alcançar nosso objetivo que era economizar. Com o dinheiro pagamos o 13º e ainda quitamos dívidas com fornecedores”. A prefeita Ana Cáris (PT) determinou que fosse feita economia após constatar a queda de 30% na arrecadação. Por quatro meses, a Prefeitura funcionou das 11 às 17 horas.
Os preparativos para os cem anos de Capetinga, a serem completos em março, levaram a Prefeitura a retomar o antigo horário de funcionamento, das 8 às 11 horas e das 12h30 às 16 horas. Durante três meses, os servidores cumpriram uma jornada de quatro horas diárias das 12 às 16 horas. “Conseguimos economizar com os gastos feitos pelos funcionários, mas infelizmente a arrecadação não aumentou”, disse o assessor do prefeito, Ênio Campos.
Na cidade de Ibiraci não houve redução do horário de trabalho, mas por determinação do prefeito Ismael Silva Cândido (PT), todos os setores estão tendo que economizar, há cinco meses, pelo menos, 30% em relação aos gastos que vinham tendo nos meses anteriores. O resultado tem sido positivo. “Neste período foi gerada uma economia de R$ 800 mil. A principal medida foi a diminuição das compras feitas pelos setores. Alguns conseguiram mais e outros menos”, afirmou o chefe de gabinete, Namir Silva.
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