Parabéns, Toninho (Menezes, colunista do caderno Brasil, nos domingos)! Tem gente que não vai gostar das suas considerações, não... Fico indignada com muitas das atitudes do Presidente embora tenha que tirar o chapéu para a assessoria de imprensa dele. No exterior sempre há referências elogiosas a Lula, o salvador do Brasil. Nunca vi por aqui – nunca! – uma linha sobre os escândalos da área federal. Aparecem os da Itália, dos Estados Unidos, da Inglaterra, da França, do Japão – em países do Primeiro Mundo acontecem sujeiras. No Brasil, não. E a santidade dele agora está perpetuada num filme produzido com dinheiro nosso e de um monte de empresas antes inimigas, agora assim "ó, com os poderosos"...
Lúcia Helena Maníglia
Franca - SP
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Caro articulista. Comparar nosso presidente ao Hitler foi (...) inacreditável. É de se imaginar que todo elitista não suporta mesmo ver um operário na Presidência da República, mas essa infeliz – e põe infeliz nisso – comparação ultrapassa tudo o que a Ditadura Militar de 64 nos ensinou como ser contra a Democracia. Na verdade, é bom que fique claro que não faz a menor falta ao Brasil um Presidente que esteve na Sorbonne de Paris, aquele mesmo Presidente que privatizou a Vale do Rio Doce por exatos R$ 3.199.974.496,00, quando ela valia, na época, 92 bilhões de reais. A `pequena` diferença de 89 bilhões rendeu uma `pequena` comissão de 10% o que foi considerado pelo Plínio de Arruda Sampaio (inimigo do Lula) como o maior escândalo da História da República. O padre da Igreja Senhor Jesus dos Passos, aqui em frente à minha casa, lançou o `Plebiscito Popular Nacional pela nulidade do leilão da Companhia Vale do Rio Doce` e já conseguiu um bocado de assinaturas para anular o referido. E a privatização do Banespa, hein?! O maior banco do Estado foi vendido por 13 bilhões quando valia 53. O Presidente que sabia falar francês não deixou a menor saudade em, pelo menos, 80% da população. Aliás, não pode mesmo deixar saudade um Presidente que deixou o cargo com uma inflação de 12,5% em 2002 (hoje é menos de 5%), juros de 25% em 2002 (hoje, 8,75%), um superavit de 12 bilhões de dólares (hoje é de 275 bilhões). Por essas e outras convém ao articulista pensar um pouco e estudar mais antes de escrever (...). (Os leitores se manifestam sobre texto do colunista Toninho Menezes, publicado no domingo, dia 10, disponível para leitura em http://www.comerciodafranca. com.br/materia.php?id=51933&materia=Filme%20e%20campanha%20eleitoral).
Henrique O. Marconi
Santos - SP
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