Magazine fatura R$ 75 milhões em um dia


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<b>CORRERIA</b> - Com as compras em mãos, consumidores se amontoam nas filas dos caixas de pagamento na loja matriz. 17ª edição da Liquidação Fantástica do Magazine bateu recorde de faturamento
<b>CORRERIA</b> - Com as compras em mãos, consumidores se amontoam nas filas dos caixas de pagamento na loja matriz. 17ª edição da Liquidação Fantástica do Magazine bateu recorde de faturamento
As oito horas de duração da 17ª edição da “Liquidação Fantástica” do Magazine Luiza realizada ontem foram de muito corre-corre, clientes empolgados e vendas instantâneas. As portas da loja matriz, no Centro de Franca, abriram às 6 horas e fecharam às 14 horas. Os clientes foram atraídos por descontos de até 70%. Foram colocados mais de 800 mil itens em promoção nas 456 lojas da rede. Em todo Brasil, 4,5 milhões de consumidores passaram por elas. Na tarde de ontem, a assessoria do Magazine Luiza informou que o faturamento da rede nas oito horas de liquidação foi de R$ 75 milhões, superando a Liquidação Fantástica de 2009, que atingiu a marca de R$ 70 milhões. Em Franca, até o fechamento dessa edição, o balanço nas vendas ainda não tinha sido divulgado. <b>ÀS COMPRAS</b> Assim que teve início a liquidação, o primeiro da fila, o servidor municipal Valdir Ferreira Soares, que estava acampado na porta da rede desde a tarde da última terça-feira, entrou pulando pelos corredores da loja e foi logo em busca de uma máquina de lavar roupas. Depois de “chorar” por um desconto, ele conseguiu comprá-la por R$ 700. Antes da liquidação, ela chegou a custar R$ 1.499. O servidor ainda levou três panelas de pressão, além de eletroeletrônicos. Ele não quis revelar quanto gastou com as compras. [FOTO2] Como parte da tradição, as panelas de pressão foram os produtos mais vendidos. As mais de 800 unidades ao custo de R$ 8 cada acabaram em apenas uma hora. Eletroeletrônicos e eletrodomésticos também foram produtos disputados. As prateleiras dos liquidificadores e sanduicheiras também ficaram vazias em pouco tempo. “Fizemos boas vendas, o pessoal elogiou a organização, e o movimento foi intenso o dia todo. Se ficássemos abertos até as 18 horas, ainda teria gente comprando”, disse o vendedor, Derli Andrade.

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