Mais de 2.850 atendimentos ambulatoriais por mês. É com essa marca que o Hospital do Câncer de Franca comemora nesta quarta-feira oito anos de fundação. Não há nenhuma celebração prevista, mas o hospital está em festa por ser considerado hoje uma referência em tratamento oncológico. A maioria dos pacientes é de Franca, mas também são atendidos moradores da região, principalmente, de <b>Patrocínio Paulista</b>,<b>Pedregulho</b> e <b>Rifaina</b>. Em oito anos de atuação, mais de 3.700 pessoas foram cadastradas no HC. Por mês, em média, são registrados 50 novos casos.
Entre os tratamentos oferecidos, estão quimioterapia, radioterapia e cirurgia. A equipe é formada por 46 colaboradores, sendo dez médicos. Mas há ainda a ajuda de 350 pessoas do Centro dos Voluntários da Saúde de Franca que oferecem apoio psicológico e até espiritual aos pacientes e familiares.
<p style="text-align: center;"><a target="_blank" href="http://gcncomunica.wordpress.com/files/2010/01/numeros-hc1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3183" title="arte/comércio da franca" src="http://gcncomunica.wordpress.com/files/2010/01/numeros-hc1.jpg" alt="" width="400" height="73" /></a></p>
Para Onofre Trajano, diretor voluntário, o tratamento oferecido pelo HC de Franca é um dos melhores do País. “As pessoas que, infelizmente, precisam passar pelo hospital recebem um ótimo tratamento. Hoje só vai atrás de outros hospitais quem quer ou tem recursos”.
Trajano diz não ter pretensão de ser referência nacional. “Nossa pretensão é bem modesta. Queremos impedir que pessoas de Franca e região tenham necessidade de se deslocar para outras cidades em busca deste tratamento tão doloroso”.
Para o diretor, a confiança que o HC passa hoje aos pacientes foi conseguida graças aos esforços de colaboradores. “É com alegria que agradeço e digo que o nosso hospital se consolidou e ampliou sua área construída de 1.500 metros para 3 mil metros quadrados”.
<b>PROJETOS FUTUROS</b>
O Hospital do Câncer está em constante desenvolvimento em busca de um tratamento de melhor qualidade. Entre os projetos para este ano, está a implantação do Ambulatório da Dor, que tem como objetivo minimizar a dor do paciente durante os tratamentos. A previsão é que comece a funcionar na segunda quinzena deste mês. No segundo semestre deste ano, deve entrar em funcionamento também a medicina paliativa que é uma especialidade que tenta reduzir o sofrimento de pacientes terminais que já não respondem mais ao tratamento.
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