Cinto de segurança lidera o ranking de infrações


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<b>DESOBEDIÊNCIA </b>  - Motorista ignora cinto de segurança e pode ter de pagar multa por isso
<b>DESOBEDIÊNCIA </b> - Motorista ignora cinto de segurança e pode ter de pagar multa por isso
O cinto de segurança é o grande vilão e o responsável pela maior parte das multas aplicadas em Franca no ano passado. Em seguida, aparecem o ato de dirigir falando ao celular, conduzir veículo sem licenciamento ou documentos de porte obrigatório e estacionar de maneira irregular. Juntas, as infrações respondem por mais da metade das infrações registradas pela Polícia Militar. O número de carros circulando em mau estado de conservação, de motoristas que avançam o sinal vermelho ou que dirigem bêbados também é grande. Os policiais do Pelotão de Trânsito multaram 5.687 motoristas pela falta do cinto de segurança. Significa dizer que, todos os dias, pelo menos 15 pessoas foram autuadas por ignorar o acessório obrigatório. Outras 395 também foram autuadas por deixarem o passageiro ficar sem o cinto. “O equipamento é fundamental na segurança, pois prende a pessoa no banco em caso de impacto, evitando que a mesma seja arremessada contra o volante e o parabrisa. A falta do cinto agrava os casos de lesões no tórax e na cabeça”, alertou o soldado Paulo César, que trabalha no Corpo de Bombeiros há 23 anos e socorre vítimas desde que o serviço de resgate foi criado. Os dados obtidos pelo Comércio mostram que 3.853 pessoas foram multadas por dirigir falando ao celular. 1.830 condutores foram flagrados conduzindo carros ou motos sem habilitação. “Aproximadamente mil motoristas ultrapassaram o sinal vermelho, comprometendo a segurança do trânsito e dos pedestres. São condutores que agem com falta de atenção, falta de consciência ou propositalmente. É uma infração gravíssima e implica no elevado número de atropelamentos”, afirmou o capitão Alexandre Wellington de Souza. Também ajudaram a engrossar o número de multas 302 motoristas que pararam sobre a faixa destinada a pedestres, 1.641 por dirigir carros em mau estado de conservação e 374 por dirigir sob a influência de álcool. Os abusos cometidos pelos motoqueiros também chamaram a atenção das autoridades: 477 deles foram multados por pilotarem sem o capacete, enquanto 64 foram penalizados por fazerem malabarismo nas vias públicas, colocando em risco a segurança de pedestres e motoristas.

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