O anúncio da escolha de Dom Pedro Luiz Stringhini pegou muitos católicos de surpresa. Nos bastidores da igreja, a aposta era de que um nome francano pudesse ser eleito, o que não se confirmou. A Diocese de Franca ficou oito meses sem bispo. O antecessor de Dom Pedro, Dom Frei Caetano Ferrari foi transferido para Bauru em abril, após ficar dois anos e cinco meses à frente da diocese. O primeiro bispo de Franca, agora emérito, Dom Diógenes Silva Matthes comandou o bispado por 35 anos.
Padre Jamil Alves de Souza, que durante o período de Sé Vacante foi eleito por um colegiado de padres como administrador diocesano, disse ontem que o novo bispo de Franca estava escolhido desde o começo de dezembro, mas seu nome era guardado em segredo. Para ele, o atraso para a divulgação do novo bispo ocorreu em razão de problemas burocráticos.
Além de Dom Pedro Stringhini, o Papa nomeou ontem outros quatro bispo brasileiros para dioceses vacantes. Foram contempladas a Arquidiocese de Belém (PA), a Diocese de Jundiaí (SP), a Arquidiocese de Goiânia (GO) e a Arquidiocese de São Paulo (SP).
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.