A angioplastia é uma cirurgia para introdução de um catéter - um tubo fino com um visor na ponta - na veia do paciente para desobstruí-la. Quando o ponto em que há placas fibrosas e gordurosas é encontrado, uma espécie de minibalão é inflado e um stent - um tipo de redinha de metal - é posicionado para “abrir” a veia e dar passagem ao sangue. “Ela mudou a história da cardiologia. Os pacientes morrem menos, sofrem menos”, afirmou o cardiologista Ulisses Gianecchini.
Outras opções para se evitar um enfarto é cirurgia de ponte de safena - na qual o paciente tem o peito aberto para a colocação do pedaço de uma outra veia que cria um caminho alternativo, levando o sangue até o coração - e ainda através de medicamentos apenas. “É preciso fazer um exame de cateterismo para visualizar as artérias e definir a condução. Pacientes com infarto agudo são instáveis e desfavoráveis à abertura por um cirurgião. Já quem tem problemas em artérias finas e os pacientes de alto risco, como os diabéticos, geralmente são tratados com remédios”, explicou Gianecchini.
Ainda segundo o médico, a chance de o paciente se recuperar completamente após uma angioplastia é muito grande e o risco de haver problemas durante o procedimento é menor que 1%.
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